Sejam Bem-vindos

Escola de Música Sacra Diocese do Funchal.

Encontro com todos os alunos inscritos na Escola no dia 7 de outubro às 19h30.


Formação Musical

Ideal para todas as idades, este programa aprimora habilidades musicais e enriquece a apreciação artística. Professores: Maria Benvinda Ornelas Carvalho Pe. Ignácio F. Rodrigues

Aulas de Órgão

Aprenda a tocar órgão com nossas aulas personalizadas, adaptadas às suas necessidades e experiência para maximizar o acompanhamento na liturgia Professores: Pe. Ignácio F. Rodrigues Nelson Quintal

Workshop para Salmistas

A arte de Bem cantar o Salmo. Aprender a forma correta de cantar os salmos responsoriais na liturgia. Professores: Carla Moniz Pe. Ignácio F. Rodrigues Pe. Tiago Andrade

Workshops de Canto, Direção Coral ou Assembleia

Oferecemos uma experiência transformadora através de nossos workshops dedicados ao canto, à direção coral e à direção da assembleia celebrante, promovendo habilidades práticas e inspiradoras para entusiastas e que já orientam nas suas comunidades. Também apresentamos workshop de Organaria, orientado pelo Mestre Organeiro Dinarte Machado. Apresentaremos workshop de anotação musical nos programas: Encore e Sibelius. Orientado pelo Pe. Ignácio F. Rodrigues e professor convidado. Professores: Pe. Ignácio F. Rodrigues Pe. Tiago Andrade Carla Moniz Nuno Bernardo Santos Avelino José Silva Abreu

Formação para Direção de Assembleia na Liturgia

Orientação de como deve ser a direção da Assembleia na Liturgia. Professores: Nuno Bernardo Santos Avelino José Silva Abreu Pe. Ignácio F. Rodrigues

Liturgia

Processo de educar a os alunos para compreender, viver e celebrar a liturgia de forma mais profunda e participativa. Envolve o estudo dos ritos, a compreensão do significado dos mistérios cristãos, a vivência fraterna e o desenvolvimento de atividades pastorais. Professores: Pe. Tiago Andrade Pe. Ignácio F. Rodrigues

Formação Musical
     A Formação musical é o processo de desenvolver competências fundamentais para o estudo da música, incluindo treino auditivo, leitura e escrita de partituras, e a compreensão de elementos como ritmo, melodia e harmonia. 
     O objetivo é criar uma base sólida para o domínio de instrumentos, mas também desenvolver o pensamento analítico, a concentração, a capacidade de trabalho em grupo e um maior apreço pela arte.Componentes da Formação Musical. A formação musical abrange diversos aspetos:
     Leitura e Escrita Musical: Aprender a ler notas, ritmos e outros símbolos numa partitura. 
Treino Auditivo: 
Desenvolver a capacidade de identificar e reproduzir sons, melodias e harmonias. 
Domínio do Ritmo e Melodia: Compreender e praticar o sentido rítmico e melódico da música. 
     Estudo de escalas, acordes, harmonia e outras estruturas musicais.

      Aulas: Quarta-feira às 19h00

Aulas com:
Benvinda Carvalho
Pe. Ignácio F. Rodrigues
Professor convidado
Aulas de Órgão para a Liturgia
     Aprenda a tocar órgão com nossas aulas personalizadas, adaptadas às suas necessidades e experiência para maximizar o acompanhamento na liturgia.
     As aulas de órgão são destinadas para iniciantes e para todos aqueles que já tocam nas suas paróquias para aprofundar o conhecimento de harmonizar corretamente um cântico litúrgico.
         
    Este instrumento é complexo. Exige do seu executante, um desenvolvimento mental de controlo de seus membros, quase como se fosse cada mão e cada pé do seu corpo,     independentes. é aqui que está o grande trabalho de cada um. Um esforço e dedicação que não pode ser dado pelo mestre ou orientador, é trabalho pessoal e exigente para quem deseja adquirir os seus objectivos de dominar este instrumento.

Aulas com:
Pe. Ignácio F. Rodrigues e Nélson Quintal
Salmistas
Aprender a forma correta de cantar os salmos responsoriais na liturgia.
O salmista é um ministro litúrgico que canta e recita o salmo responsorial e a aclamação ao Evangelho na Liturgia da Palavra, com o objetivo de ajudar a assembleia a meditar sobre a Palavra de Deus. 
     Para ser um bom salmista, é preciso ter uma voz preparada e um conhecimento bíblico-litúrgico, além de manter uma postura orante e de respeito, sem exageros. 

Funções na liturgia:
     . Cantar e recitar o salmo responsorial: 
O salmista entoa os versículos do salmo proposto para cada leitura, enquanto a assembleia escuta sentada e participa com o refrão. 
     . Cantar a aclamação ao Evangelho: 
     Ele também canta a antífona da aclamação ao Evangelho no rito que acolhe o texto sagrado. 
     . Facilitar a participação da assembleia: 
     O seu papel é tornar o salmo um momento de meditação orante, seja através do louvor, súplica ou ação de graças. Requisitos para o salmista
     . Formação bíblico-litúrgica: 
     É fundamental que o salmista tenha um conhecimento mínimo da Bíblia, da estrutura dos salmos e da liturgia. 
     . Formação musical e técnica: 
     Precisa ter uma boa pronúncia, dicção, noções de canto, ritmo e respirar corretamente para que a mensagem seja clara. 
     . Espiritualidade: A sua função deve ser vivida com fé e oração, procurando servir a 
Deus com zelo e amor, e não apenas para receber elogios.

Aulas com:
Pe. Ignácio F. Rodrigues
Pe. Tiago Andrade - Liturgia
Professora Carla Isabel Moniz.
WorkShops de Canto
O Workshop de Canto é projetado para aprimorar suas habilidades vocais, abordando técnicas de respiração, controle vocal e expressão artística. Participe para explorar sua voz com orientação de profissionais experientes.
Este workshop será dado pela Professora Carla Isabel Oliveira Camacho Moniz e outros professores convidados.
Dia e hora a agendar.

Aulas com:
Professora Carla Isabel Moniz.
Pe. Ignácio F. Rodrigues
Pe. Tiago Andrade - Liturgia

Diretor de Assembleia na Liturgia
     Este ano iniciaremos com esta novidade para a direção da Assembleia na Liturgia. Os alunos inscritos para esta formação, terão aulas específicas para serem capazes de ditigir a assembleia numa celebração Eucarística.
     Com devida antecedência, durante o ano, terão a experiência de dirigir a assembleia numa eucaristia dominical das 10h30 da paróquia de Santo amaro.
     
Aulas de Direção de Assembleiaàs 9h30:
    . 17 de outubro
     . 28 de novembro
     . 23 de janeiro
     . 17 de abril
     . 19 de junho

As Eucaristias a serem dirigidas pelos formandos serão nos dias:
     . 29 de novembro
     . 31 de janeiro
    . 24 de abril
     . 27 de junho.
     
As inscrições estão abertas aos canditados interessados.
     Como o título diz, esta formação consiste em ter conhecimentos suficientes para dirigir uma assembleia crista nas nossas celebrações. Terá de ter conhecimento de formação musical e prática coral.
     Este ministério é muito falado actualmente e muito desejado em qualquer Diocese que se empenhe em ter assembleias participantes na Liturgia.      
Este curso irá dar várias técnicas existentes sobre a sua função nas suas comunidades.     
     Não deve ser uma ação tomada ao acaso, sem preparação, sem conhecimento adequado. 
Este ministro precisa duma formação específica na formação musical. 
     Assim, estará preparado para dirigir e orientar a assembleia. Este, deve orientar,  e dar a conhecer antecipadamente, ao menos, os refrães que serão cantados.      
     Só assim, as nossas celebrações lirúrgicas serão plenamente participadas, sem as limitar a meras execuções de coros esulados, como se de um concerto se tratasse.

Aulas com:
Pe. Ignácio F. Rodrigues
Pe. Tiago Andrade - Liturgia
Professor Nuno Duarte Santos.
Professor Avelino Silva Abreu.

Harmonia Prática
ao Teclado para 
o Canto Litúrgico
A Formação em Harmonia Prática ao Teclado para o Canto Litúrgico.
A música na liturgia não é apenas um acompanhamento. 
Está ao serviço da oração, da Palavra e da participação de toda a assembleia. 
Por isso, quem acompanha o canto litúrgico ao teclado precisa de mais do que saber executar acordes: precisa de aprender a escutar, harmonizar e acompanhar com simplicidade, segurança e sensibilidade litúrgica.A formação em Harmonia Prática ao Teclado para o Canto Litúrgico pretende ajudar organistas, teclistas, cantores e outros agentes da pastoral litúrgica a desenvolver competências que possam aplicar diretamente nas celebrações. Muitas vezes encontramos pessoas com boa vontade e alguma experiência musical, mas que dependem totalmente de partituras ou de harmonizações já escritas. Quando é necessário mudar a tonalidade de um cântico, adaptar o acompanhamento ao cantor ou à assembleia, fazer uma introdução, sustentar um salmo ou acompanhar um cântico cuja partitura apresenta apenas a melodia, surgem dificuldades.É precisamente aqui que a harmonia prática se torna tão importante.Compreender os acordes, as tonalidades, as funções harmónicas, as cadências e a relação entre a melodia e a harmonia dá ao músico maior autonomia. Aos poucos, deixa de estar preso apenas ao que está escrito e começa a compreender como a música funciona.Esta aprendizagem permite acompanhar uma melodia a partir de uma simples linha melódica, escolher acordes adequados, realizar diferentes posições dos acordes no teclado, utilizar inversões, transpor para tonalidades mais confortáveis, criar introduções e pequenas ligações e, sobretudo, aprender a acompanhar sem encobrir a voz ou dificultar o canto da assembleia. No contexto litúrgico, esta última dimensão é fundamental. Um bom acompanhamento não é necessariamente o mais complexo ou o mais virtuoso. É aquele que ajuda a cantar. O teclado deve dar apoio, estabilidade, respiração e direção ao canto, respeitando o texto, o momento ritual e as características da assembleia. Por isso, estudar harmonia prática não significa apenas aprender mais música. Significa adquirir ferramentas para prestar um melhor serviço à liturgia e à comunidade. Esta formação pretende fazer a ponte entre a teoria e a prática: perceber os princípios fundamentais da harmonia e aplicá-los imediatamente ao repertório litúrgico. Através de exercícios progressivos e de cânticos concretos, cada participante poderá desenvolver maior segurança ao teclado e aprender soluções simples que façam realmente diferença no acompanhamento. Não é necessário começar por saber tudo. É necessário começar, experimentar, ouvir e praticar. Formar músicos litúrgicos é também cuidar da qualidade da oração das nossas comunidades. Quanto melhor compreendermos aquilo que tocamos, mais livres estaremos para escutar quem canta e para colocar a música verdadeiramente ao serviço da celebração.

​Encontro entre organistas - 21 de novembro às 9h30

Brevemmente partilharemos material para pré estudo e apresentação no dia do encontro.




Professores
Só os Professores podem aceder ao respetivo conteúdo da Escola Diocesana de Música Sacra da Diocese do Funchal
A ter em Conta
A norma litúrgica sobre o uso de instrumentos musicais no tempo da Quaresma

  A norma litúrgica sobre o uso de instrumentos musicais no tempo da Quaresma é bastante clara, visando a sobriedade e a penitência, preparando a assembleia para a celebração da Páscoa. O princípio geral está na Instrução Geral do Missal Romano (IGMR), n. 313.   Aqui estão as principais diretrizes baseadas nos documentos da Igreja: 
  • Uso restrito ao suporte do canto: Durante a Quaresma, o órgão e outros instrumentos musicais legitimamente aprovados são permitidos apenas para sustentar o canto. A música deve servir para alimentar a espiritualidade, não para decorar ou criar um show.
  • Proibição de toques solo: Solos instrumentais não são permitidos, exceto no Domingo Laetare (4º Domingo da Quaresma), nas solenidades e nas festas.
  • Sobriedade e silêncio: O uso de instrumentos deve ser sóbrio. Instrumentos percussivos, chamativos ou de ritmo forte (como bateria) devem ser evitados ou muito moderados.
  • A capella: É recomendável, sempre que possível, o canto sem acompanhamento (a cappella) ou apenas com acompanhamento discreto, para favorecer o recolhimento.
  • Exceções: O Domingo Laetare (4º Domingo), solenidades e festas são exceções à regra da sobriedade.

O que evitar: 
  • Criar um fundo musical durante a consagração.
  • Tocar instrumentos ruidosos ou instrumentos de percussão sem moderação.
  • Usar instrumentos para preencher o silêncio.
Em resumo, a Quaresma é um "jejum dos sentidos", incluindo o jejum de instrumentos musicais, priorizando a voz humana e o silêncio na liturgia.

Sacerdotes da Diocese do Funchal

Pe. Ignácio Victor Figueira Rodrigues

Diretor da Escola Diocesana de Música Sacra do Funchal e Pároco da Paróquia de Santo Amaro

Pe. André João Freitas Pinheiro

Tenor I

Pároco da Visitação e Graça. Diretor Diocesano do Movimento do Apostolado de Oração, Responsável do Serviço Diocesano de Acólitos.

Pe. Marco Augusto Barros de Abreu

Tenor I

Pároco da Vitória/Santa Rita; Capelão das Forças Armadas e de Segurança.

Pe. Diogo Emanuel de Sousa

Tenor I

Administrador Paroquial dea Paróquia de São Martinho

Pe. João Diogo da Silva Gonçalves

Tenor II

Prefeito do Seminário Menor, Pároco do Curral das Freiras, Assistente Espiritual da ACEGE, Assistente Espiritual da Pastoral Juvenil.

Pe. Marcos Rafael Gonçalves Rebelo

Tenor II

Vigário da Paróquia da Sé e Administrador Paroquial de Santa Luzia

Pe. Ronald Isaías Alves Vieira

Tenor II

Pároco da Assomada (Nossa Senhora das Dores) e Achada de Gaula (Nossa Senhora da Graça)

Pe. Paulo Sérgio Cunha Silva

Barítono

Pároco de Santa Cecília; Assistente da Equipa Diocesana do Renovamento Carismático.

Pe. Tiago João Vieira Andrade

Barítono

Prefeito do Seminário Diocesano do Funchal. Colaborador nas paróquias de Câmara de Lobos e Quinta Grande. Diretor do Secretariado Diocesano da Pastoral das Vocações. Coordenador do Pré-Seminário Diocesano. Assistente Espiritual Secretariado da Cultura, Migrações e Turismo. Diretor da Escola Teológica.

Pe. Giselo Alberto Vieira Andrade

Barítono

Diretor do Jornal da Madeira

Pe. António Héctor de Araújo Figueira

Barítono

Pároco dos Álamos, Coordenador do Secretariado Diocesano da Educação Cristã,