​Escola de Música Sacra da Diocese do Funchal.
Pode fazer a sua pré-inscrição até ao dia  10/12/2025

Vídeo de Boas vindas do Diretor da Escola  de Música Sacra da Diocese do Funchal

Formação Musical

Ideal para todas as idades, este programa aprimora habilidades musicais e enriquece a apreciação artística. Professores: Maria Benvinda Ornelas Carvalho Pe. Ignácio F. Rodrigues

Aulas de Órgão

Aprenda a tocar órgão com nossas aulas personalizadas, adaptadas às suas necessidades e experiência para maximizar o acompanhamento na liturgia Professores: Pe. Ignácio F. Rodrigues Nelson Quintal

Workshop para Salmistas

A arte de Bem cantar o Salmo. Aprender a forma correta de cantar os salmos responsoriais na liturgia. Professores: Carla Moniz Pe. Ignácio F. Rodrigues Pe. Tiago Andrade

Workshops de Canto, Direção Coral ou Assembleia

Oferecemos uma experiência transformadora através de nossos workshops dedicados ao canto, à direção coral e à direção da assembleia celebrante, promovendo habilidades práticas e inspiradoras para entusiastas e que já orientam nas suas comunidades. Também apresentamos workshop de Organaria, orientado pelo Mestre Organeiro Dinarte Machado. Apresentaremos workshop de anotação musical nos programas: Encore e Sibelius. Orientado pelo Pe. Ignácio F. Rodrigues e professor convidado. Professores: Pe. Ignácio F. Rodrigues Pe. Tiago Andrade Carla Moniz Nuno Bernardo Santos Avelino José Silva Abreu

Workshop de Direção de Assembleia na Liturgia

Orientação de como deve ser a direção da Assembleia na Liturgia. Professores: Nuno Bernardo Santos Avelino José Silva Abreu Pe. Ignácio F. Rodrigues

Liturgia - 19 e 26 de fevereiro das 19h30 às 20h30.

Processo de educar a os alunos para compreender, viver e celebrar a liturgia de forma mais profunda e participativa. Envolve o estudo dos ritos, a compreensão do significado dos mistérios cristãos, a vivência fraterna e o desenvolvimento de atividades pastorais. Professores: Pe. Tiago Andrade Pe. Ignácio F. Rodrigues

Formação Musical
     A Formação musical é o processo de desenvolver competências fundamentais para o estudo da música, incluindo treino auditivo, leitura e escrita de partituras, e a compreensão de elementos como ritmo, melodia e harmonia. 
     O objetivo é criar uma base sólida para o domínio de instrumentos, mas também desenvolver o pensamento analítico, a concentração, a capacidade de trabalho em grupo e um maior apreço pela arte.Componentes da Formação Musical. A formação musical abrange diversos aspetos:
     Leitura e Escrita Musical: Aprender a ler notas, ritmos e outros símbolos numa partitura. 
Treino Auditivo: 
Desenvolver a capacidade de identificar e reproduzir sons, melodias e harmonias. 
Domínio do Ritmo e Melodia: Compreender e praticar o sentido rítmico e melódico da música. 
     Estudo de escalas, acordes, harmonia e outras estruturas musicais.

      Aulas: Quarta-feira às 19h00

Aulas com:
Benvinda Carvalho
Pe. Ignácio F. Rodrigues
Professor convidado
Aulas de Órgão para a Liturgia
     Aprenda a tocar órgão com nossas aulas personalizadas, adaptadas às suas necessidades e experiência para maximizar o acompanhamento na liturgia.
     As aulas de órgão são destinadas para iniciantes e para todos aqueles que já tocam nas suas paróquias para aprofundar o conhecimento de harmonizar corretamente um cântico litúrgico.
         
    Este instrumento é complexo. Exige do seu executante, um desenvolvimento mental de controlo de seus membros, quase como se fosse cada mão e cada pé do seu corpo,     independentes. é aqui que está o grande trabalho de cada um. Um esforço e dedicação que não pode ser dado pelo mestre ou orientador, é trabalho pessoal e exigente para quem deseja adquirir os seus objectivos de dominar este instrumento.

Aulas com:
Pe. Ignácio F. Rodrigues e Nélson Quintal
Salmistas
Aprender a forma correta de cantar os salmos responsoriais na liturgia.
O salmista é um ministro litúrgico que canta e recita o salmo responsorial e a aclamação ao Evangelho na Liturgia da Palavra, com o objetivo de ajudar a assembleia a meditar sobre a Palavra de Deus. 
     Para ser um bom salmista, é preciso ter uma voz preparada e um conhecimento bíblico-litúrgico, além de manter uma postura orante e de respeito, sem exageros. 

Funções na liturgia:
     . Cantar e recitar o salmo responsorial: 
O salmista entoa os versículos do salmo proposto para cada leitura, enquanto a assembleia escuta sentada e participa com o refrão. 
     . Cantar a aclamação ao Evangelho: 
     Ele também canta a antífona da aclamação ao Evangelho no rito que acolhe o texto sagrado. 
     . Facilitar a participação da assembleia: 
     O seu papel é tornar o salmo um momento de meditação orante, seja através do louvor, súplica ou ação de graças. Requisitos para o salmista
     . Formação bíblico-litúrgica: 
     É fundamental que o salmista tenha um conhecimento mínimo da Bíblia, da estrutura dos salmos e da liturgia. 
     . Formação musical e técnica: 
     Precisa ter uma boa pronúncia, dicção, noções de canto, ritmo e respirar corretamente para que a mensagem seja clara. 
     . Espiritualidade: A sua função deve ser vivida com fé e oração, procurando servir a 
Deus com zelo e amor, e não apenas para receber elogios.

Aulas com:
Pe. Ignácio F. Rodrigues
Pe. Tiago Andrade - Liturgia
Professora Carla Isabel Moniz.
WorkShops de Canto
O Workshop de Canto é projetado para aprimorar suas habilidades vocais, abordando técnicas de respiração, controle vocal e expressão artística. Participe para explorar sua voz com orientação de profissionais experientes.
Este workshop será dado pela Professora Carla Isabel Oliveira Camacho Moniz e outros professores convidados.
Dia e hora a agendar.

Aulas com:
Professora Carla Isabel Moniz.
Pe. Ignácio F. Rodrigues
Pe. Tiago Andrade - Liturgia

Diretor de Assembleia na Liturgia
     Como o título diz, esta formação consiste em ter conhecimentos suficientes para dirigir uma assembleia crista nas nossas celebrações. Terá de ter conhecimento de formação musical e prática coral.
     Este ministério é muito falado actualmente e muito desejado em qualquer Diocese que se empenhe em ter assembleias participantes na Liturgia.      
Este curso irá dar várias técnicas existentes sobre a sua função nas suas comunidades.     
     Não deve ser uma ação tomada ao acaso, sem preparação, sem conhecimento adequado. 
Este ministro precisa duma formação específica na formação musical. 
     Assim, estará preparado para dirigir e orientar a assembleia. Este, deve orientar,  e dar a conhecer antecipadamente, ao menos, os refrães que serão cantados.      
     Só assim, as nossas celebrações lirúrgicas serão plenamente participadas, sem as limitar a meras execuções de coros esulados, como se de um concerto se tratasse.

Aulas com:
Pe. Ignácio F. Rodrigues
Pe. Tiago Andrade - Liturgia
Professor Nuno Duarte Santos.
Professor Avelino Silva Abreu.

Pe. Ignácio Victor Figueira Rodrigues

Diretor da Escola - Professor Formação Musical, Harmonia, Harmonia Prática no Órgão, História da Música, Liturgia e Anotação Musical no Encore 5.0.2.

Pe. Ignácio Victor Figueira Rodrigues, nasceu no dia 31 de Julho de 1972 em Caracas, Venezuela. Ingressou em 1996, já com 24 anos, no Seminário Diocesano do Funchal. Frequentou os dois primeiros anos filosóficos na Escola Teológica do Seminário do Funchal. A partir do terceiro ano de teologia continua a sua caminhada no Seminário Maior de Cristo Rei - Olivais, Lisboa. No ano de 2005 estudou gregoriano e completou o ano propedêutico no Instituto Pontifício de Música Sacra em Roma, para frequentar o curso de Composição em Música Sacra. Foi ordenado Padre a 30 de Julho de 2005, na Sé do Funchal por D. Teodoro de Faria. Em 2006 foi enviado para Paris como Capelão da Comunidade Portuguesa de São Francisco Xavier. Ingressou na École Normale de Musique de Paris, onde tem aulas de Piano com o professor Michael Wladkowski e Odile Delangle, Harmonia ao piano com Narcis Bonet; Harmonia e Composição com Roselyne Masset-Lecocq, Análise com Narcis Bonet e Jean-Dominique Pasquet; História da Música com Franck Tourre e Formação musical com Catherine Maffei. Atualmente exerce as funções de Pároco da Paróquia de Santo Amaro. Diretor e Professor de Música na Escola de Música Sacra da Diocese do Funchal e membro da Equipa Diocesana de Liturgia.

Pe. Tiago João Vieira Andrade

Colaborador na Formação de Liturgia

Natural do Funchal (Paróquia da Nazaré), nasceu no dia 12 de janeiro de 1999. Frequentou o Pré Seminário Diocesano de 2012 até 2014, tendo entrado como aluno do Seminário Diocesano de Nossa Senhora de Fátima (Jasmineiro) em 2016. Em 2017 prossegue o seu itinerário de formação sacerdotal no Patriarcado de Lisboa, ingressando no Seminário de São José de Caparide, onde conclui a Etapa Propedêutica da formação. De 2018 até 2023 frequenta o Seminário Maior de Cristo Rei dos Olivais (Lisboa), etapa em que ingressa no Mestrado Integrado em Teologia pela Universidade Católica de Lisboa, tendo concluído o curso com uma dissertação final na área da Antropologia Teológica, intitulada: “No princípio era o Outro. A relação como chave hermenêutica do humano: um olhar teológico-sistemático sobre a pessoa à luz da sua vocação à comunhão”. É ordenado diácono na Sé do Funchal, no dia 17 de dezembro de 2023 e presbítero no dia 26 de abril de 2025. Atualmente, é membro da Equipa Formadora do Seminário Diocesano do Funchal; responsável pelas atividades do Pré Seminário Diocesano; Diretor do Secretariado Diocesano da Pastoral Vocacional; e Diretor da Escola Teológica. A par destas nomeações, é colaborador do pároco das comunidades paroquias de Câmara de Lobos (S. Sebastião) e Quinta Grande.

Colaboradora: Professora Maria Benvinda Ornelas Carvalho

Formação Musical

· Curso de Magistério Primário · Estudos Superiores Especializados, em Educação Especial -Deficiência Visual. · Curso de Musicoterapia · Formação em Canto e Piano no Conservatório de Música da Madeira · Formações musicais diversas com especialistas - Pierre Van Hauvre, Bruno Bastin, Jos Wuytack e outros. · Exerceu atividade docente, trabalhando com alunos com deficiência visual e alunos sem necessidades educativas especiais   · Iniciou na Madeira a valência “Reabilitação” (Apoio a adultos portadores de cegueira). · Realizou ações de formação especializada “Metodologias Especificas de Intervenção Pedagógica” sobre Deficiência Visual. · Coordenou Estágios na área da Deficiência Visual, em parceria com a Universidade do Porto · Foi co-fundadora da Orquestra da DREE (1987) · Iniciou na Madeira o ensino da Musicografia Braille (1984) · Realizou ações de formação no CIFOP (Centro de Investigação e Formação de Professores) na Universidade da Madeira · Membro da Equipa Diocesana de Liturgia, de 2006 a 2025 · Colaboradora em diferentes paróquias como ensaiadora e maestrina em música litúrgica.

Colaborador: Doutor Nelson Quintal

Professor de Órgão

Nelson Anjo Quintal nasceu a 7 de dezembro de 1979, no Funchal, Região Autónoma da Madeira. É Organista e desenvolve a sua atividade há mais de vinte e sete anos. Iniciou os seus Estudos Musicais em Piano na Escola Profissional das Artes da Madeira – Eng. Luís Peter Clode. No mesmo Conservatório concluiu o Curso Complementar de Órgão em 2003-2004. Licenciado em Música na Variante de Execução de Órgão, pela Escola Superior de Música de Lisboa, de 2004 a 2008. Participou de diversas Master Classes com diversos professores através da Escola Superior de Música de Lisboa. Mestrado em Interpretação de Órgão na Universidade de Évora, Portugal - de 2008 a 2010 - (2º ciclo de estudos). Docente de Órgão e Concertista no Gabinete Coordenador de Expressão Artística – Funchal de 2010 a 2012. Mestrado em Belas Artes da Música com Especialização em Órgão e Instrumentos relacionados – 2015 - (2º ciclo de estudos). Pós-Graduação em Improvisação e Órgão Romântico no Instituto Pontifício de Música Sacra – Roma Itália – 2016-2018. Acompanhamento do Coro de Fátima, na comemoração dos 100 anos da Virgem de Fátima - Roma Vaticano – 2017. Terceiro Ciclo de estudos em Improvisação no Conservatório de Música Regional de Rueil-Malmaison - Paris – França - 2021. Organista Titular da Sé Catedral do Funchal e Organista na Igreja do Colégio (São João Evangelista) – 2022.

Colaboradora: Professora Carla Isabel Oliveira Camacho Moniz

Professora de Canto e Worshops

Natural do Funchal, Carla Isabel Moniz iniciou os seus estudos musicais no Conservatório – Escola das Artes da Madeira, na classe de canto de Victor Costa, finalizando o Curso Geral de Canto. Em paralelo com o canto lírico, finalizou o curso básico de Piano e estudou Canto Jazz, também no Conservatório, em parceria com o Hot Club de Portugal. Em 2008, terminou a licenciatura em Canto na Escola Superior de Música de Lisboa, onde fez parte da classe de Elsa Saque (2005) e Sílvia Mateus (2006-2008). Foi protagonista em óperas como A flauta mágica e Dido e Eneias, em Lisboa, Almada e Açores. Na Madeira tem vindo a realizar um trabalho activo como solista, em concertos e festivais, tendo participado também em concertos como solista com a Orquestra Clássica da Madeira. Em 2014 terminou o Mestrado em Ensino da Música – Canto e Música de Conjunto, pelo Instituto Politécnico de Castelo Branco – Escola Superior de Artes Aplicadas, trabalhando com Elisabete Matos e Dora Rodrigues. Foi, entre 2019 e 2021, solista residente na companhia de Ópera: Operar.te, onde foi protagonista nas óperas O barbeiro de Sevilha e Don Giovanni, em tournée por Portugal. É professora no Conservatório – Escola Profissional de Artes da Madeira, desde 2001, onde lecciona as disciplinas de Voz, Canto e Classe de Conjunto, e onde é diretora artística do Estúdio de Ópera e Teatro Musical.

Colaborador: Professor Avelino José Silva Abreu

Formação Musical - Direção Coral e Workshops

Natural da Ribeira Brava, Avelino Abreu iniciou os seus estudos musicais aos 7 anos no Conservatório Escola das Artes da Madeira na classe de piano. Aos 8 anos começou a aprender braguinha e bandolim na Escola Projeto Mais e Melhor Música. Concluiu o curso profissional de Instrumentista em 2010 tendo ingressado, em Setembro do mesmo ano, na licenciatura em Formação Musical e Direção Coral na Escola Superior de Música de Lisboa, tendo como mentores na formação musical Francisco Cardoso, Carlos Garcia, Cristina Brito da Cruz e Clara Alcobia e na Direção coral Paulo Lourenço e Vasco Azevedo. Frequentou diversas masterclasses em pedagogia destacando o curso no instituto Kodaly da Academia de Música F. Liszt na Hungria e em Direção coral com Brad Scott e Eugene Rogers. Atualmente frequenta o mestrado em Ensino de Música - Formação Musical e Música de Conjunto na Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco. É diretor artístico da Orquestra Bandolinística Ribeira-Bravense e do coro Lux Aeterna, bandolinista do aChordis Ensemble e da Orquestra de Bandolins da Madeira. É também ensaiador do coro paroquial do Campanário. Profissionalmente exerce funções de professor de Formação Musical no Conservatório Escola das Artes da Madeira e de coordenador do Polo da Ribeira Brava da mesma instituição.

Colaborador: Professor Nuno Bernardo Sousa Duarte Santos

Direção Coral e Workshops

Iniciou os seus estudos musicais aos 13 anos no Conservatório de Música da Madeira. Em 2002 integrou o curso profissional de instrumento (piano) onde estudou com Robert Andrés e Irina Kózina. Após a conclusão do curso profissional, iniciou a Licenciatura em Música, variante instrumento onde teve a oportunidade de trabalhar com Caio Pagano e Paulo Alvares na Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco. Na mesma escola, concluiu o Mestrado em ensino de música, área de especialização em instrumento e música de conjunto em maio de 2016. Desde 2009 é professor de piano e classe de conjunto, no Conservatório Escola das Artes da Madeira. A par dos seus estudos de piano apresenta-se frequentemente em concertos, acompanhando vários agrupamentos da região. Foi organista na Igreja Matriz de Machico, onde dirigiu o Coro Cantate Domino. Foi executante da Banda Municipal de Machico desde 2002 no saxofone barítono e posteriormente na flauta transversal. Atualmente é executante da Banda Municipal do Funchal “Artistas Funchalenses” na flauta transversal e piano. Dirigiu alguns agrupamentos, nomeadamente Banda Municipal de Machico, Banda Municipal de Funchal “Artistas Funchalenses” e Coro dos Artistas da mesma instituição. Atualmente é responsável por um coro na Igreja Colégio.

Nelson Gomes

Secretário

Membro ativo na Paróquia de Santo Amaro: Acólito desde 1995 Catequista há quase 20 anos Colaborador na liturgia paroquial e na ornamentação da igreja paroquial. Membro do Conselho Economico Paroquial e do Conselho Pastoral Paroquial Membro da Conferência de São Vicente de Paulo em Santo Amaro Ministro Extraordinário da Sagrada Comunhão e visitador de um lar dentro da área geográfica paroquial Frequentou o curso de ministérios litúrgicos da Diocese, participou nas Jornadas Nacionais de Catequistas e participou em diversos encontros diocesanos e arciprestais nesta Diocese do Funchal. Frequenta a Escola Diocesana de Música Sacra desde 2022, com aulas de Formação Musical e com aulas práticas de órgão. Participou em duas Jornadas Mundias da Juventude, a primeira JMJ em 2013 no Rio de Janeiro, e a segunda JMJ em 2023 em Lisboa. Em 2025 participei no Jubileu dos Jovens em Roma. Profissionalmente é Auxiliar da Acão Educativa no Abrigo de Nossa Senhora de Fátima (instituição que acolhe crianças e jovens em risco), tenho o secundário e o curso profissionalizante de Contabilidade

Podem fazer as inscrições na Sede da Escola de Música Sacra, nesta página, ou pedir informações ao vosso pároco. INSCRIÇÂO
O Curso Diocesano de Música Sacra está vocacionado e estruturado para as pessoas que participam ativamente como Ministros da Liturgia, e para aquelas que pretendam iniciar uma atividade neste âmbito. Mas todos deverão ter vontade de contribuir para a alegria e glorificação de Deus, pelos cerimoniais com que O queremos dignificar. Poderão inscrever-se pessoas sem experiência, bem como aqueles que já tenham alguma prática, dado que convém sempre uma atualização e uma reciclagem, mesmo naqueles casos de grande competência e provas dadas. Todo o Ministro (administrador, como se deve entender) tem necessidade de refrescar ideias, conceitos, de modo a ter maior facilidade em lidar com situações novas que possam surgir, e melhorar alguns aspectos que eventualmente tenha menos aprofundados. O Curso está, com efeito, aberto a todos aqueles que desejem dignificar a arte de tocar órgão, cantar a glória de Deus.
 A Escola de Música Sacra da DIocese do Funchal tem as suas instalações na Igreja Paroquial de Santo Amaro.Travessa de Santa Quitéria, nº 26. VISITAR
A Escolade Música Sacra apresenta o curso de:
  • Órgão para a Liturgia - harmonia Prática no teclado para o Canto Litúrgico
  • Formação Musical - Proporcionar a capacidade da arte Muiscal
  • Salmistas - A arte de cantar bem o Salmo Responsorial. Numa primeira fase em workshop.
  • Direção de Assembleia - Adquirir capacidades de orientar a Assembleia no campo musical. Numa primeira fase em workshop.
  • Workshops de Canto - Técnicas de canto
  • Liturgia - Base sólida no conhecimento da Liturgia

A Escola de Música Sacra é uma iniciativa da Diocese do Funchal, dedicada à promoção e ensino da Música Sacra. 
Todos os interessados em aprender e aprofundar a arte da Música Sacra são bem-vindos.
Paróquia 
de Santo Amaro
Foi criada por Decreto de D. David de Sousa, publicado a 24 de novembro de 1960, entrando em vigor a partir de 01 de janeiro de 1961. Desmembrou-se da paróquia de Santo António. A sede provisória foi a capela e Santo Amaro, situado no Caminho de Santo Amaro. A capela foi fundada no ano de 1460 por Garcia Homem de Sousa, genro de João Gonçalves Zarco, primeiro capitão donatário do Funchal. Está sob a tutela da DRAC. Não tem culto. A sede da paróquia foi nesta capela desde 1961 até inícios da década de 1980, altura em que foi construído a cripta (salão) onde hoje é o salão paroquial, junto à atual igreja paroquial. Orago/ padroeiro: Santo Amaro.
Inscrições
Pode fazer a sua pré-inscrição de duas formas: Imprimindo o boletim de inscrição e entregar na Escola ou fazer apré.inscrição no site. 


 

Início das Aulas

Início das atividades da Escola Diocesana de Música Sacra no dia 10 de janeiro de 2026, com Eucaristia Solene presidida pelo Sr. Bispo D. Nuno Brás, às 18h00 na Paróquia de Santo Amaro.

10-01-2026

Workshop de Anotação Musical

9h30 às 11h30. Pe. Ignácio F. Rodrigues Poderá ser necessário agendar outro workshop para consolidar os conecimentos.

24-01-2026

Wokshop de Organaria

9h30 às 11h30

31-01-2026

Wokshop de Iniciação ao Canto

9h30 às 11h30. Professora Carla Moniz

07-02-2026

Liturgia - Primeira Sessão

Das 19h30 às 20h30

19-02-2026

Workshop de Anotação Musical em Sibelius 8.5

9h30 às 17h00. Pe. Ignácio F. Rodrigues Poderá ser necessário agendar outro Workshop para consolidar os conhecimentos.

21-02-2026

Liturgia - Segunda Sessão

Das 19h30 às 20h30

26-02-2026

Workshop de Direção de Assembleia

9h30 às 11h30. Professores: Nuno Duarte Santos. Avelino Silva Abreu.

07-03-2026

Wokshop de Direção de Assembleia

9h30 às 11h30 Professores: Nuno Duarte Santos. Avelino Silva Abreu.

14-03-2026

Workshop para Salmistas

9h30 às 11h30 Professora Carla Moniz

02-05-2026
Mùsica Sacra

Mùsica Sacra

07-10-2025

A abordagem sobre a Música Sacra será sempre um tema atual. Não pode ser entendida como um tema do passado, pela razão de ainda haver questões importantes definidas pelo Concílio Vaticano II, e que ainda em muitas situações, não estão de acordo com a verdadeira eclesialidade defendida pelo mesmo texto conciliar. Podemos colocar algumas questões que por vezes surgem nas nossas comunidades paroquiais: Será que devemos só cantar as composições dos "Compositores consagrados "dos séculos anteriores?" Será que qualquer música pode ser aceite e considerada como Música Sacra, por conter mensagem reliosa? Desde já podemos afirmar que não passará por aí o melhor desempenho da música para melhor "glória de Deus e santificação dos fiéis."(Conc. Vat. II, Const. Sacrosanctum Concilium, n. 112.) A razão, que, segundo a norma do Concilio, o canto tem a finalidade de promover a participação ativa dos fiéis no canto. A assembleia não deve estar estática, mas ativa na celebração. Deve ser entendida com a participação ativa do povo. (Conc. Vat. II, Const. Sacrosanctum Concilium, n. 113.) A Igreja reconhece como canto próprio da liturgia romana o canto gregoriano. Não excluindo outro género de música sacra, Polifónica. Tudo isto tem de estar ligado ao artigo 30. "Para fomentar a participação ativa, promova-se as aclamações dos fiéis, as respostas, a salmodia, as antífonas, os cânticos, bem como as ações, gestos e atitudes corporais." O artigo 118 é muito claro ao afirmar que se promova o canto popular religioso, para que os fiéis possam cantar tanto nos exercícios piedosos e sagrados como nas próprias ações litúrgicas. É aqui onde está o principal aspeto em que queremos referir, a verdadeira participação dos fiéis no canto litúrgico. Nas celebrações litúrgicas todos devemos participar. Temos de ser uma assembleia participativa e orante. Quanto a questão de se qualquer música pode ser aceite e considerada como Música Sacra? Acho que é importante referir que não pode ser considerada qualquer música como Música Sacra. Muitas vezes a música não é composta para fim litúrgico e simplesmente lhe é adaptada uma letra. Como poderá uma música ser glória de Deus e santificar os fiéis, quando a sua composição não tinha esta intencionalidade? A Música Sacra é aquela que é criada para o culto divino.

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O Ano da Misericórdia foi proclamado pelo Papa Francisco como um tempo especial para a conversão e reconciliação com Deus. Durante este ano, a Igreja Católica enfatiza a importância da misericórdia através da penitência, oração e caridade. O Jubileu da Misericórdia foi oficialmente anunciado em 2015 e visa lembrar aos fiéis o quanto Deus os ama e a necessidade de viver a misericórdia no mundo atual. Este evento é uma oportunidade para os católicos refletirem sobre suas vidas e se reconciliarem com Deus.

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Sede da Escola Diocesana de Música Sacra da Diocese do Funchal

  • Travessa de Santa Quitéria 26, Funchal, Portugal

Telefone: 291 775 631


Tra Le Sollicitude

Tra le sollicitude – Papa Pio X (1903) - Publicado em 22 de novembro de 1903, primeiro ano do pontificado Papa Pio X e em forma de Motu Próprio, foi o documento mais importante sobre música no início do século XX, chamado frequentemente de “código jurídico da música sacra”. O documento estabelece os princípios e normas que devem nortear a utilização da música nas funções do culto da Igreja Católica. Tentando conter os desvios acerca da utilização não criteriosa, os abusos no canto e nos instrumentos utilizados bem como na incursão de certa musica com cores operísticas, Pio X – chamado “Papa dos artistas” –, produziu um documento profundo e objetivo. Estabelece ele: "(…) a música sacra deve possuir, em grau eminente, as qualidades próprias da liturgia, e nomeadamente a santidade e a delicadeza das formas, donde resulta espontaneamente outra característica, a universalidade."

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Musicae sacrae disciplina

Musicae sacrae disciplina – Papa Pio XII (1955) - No dia 25 de dezembro de 1955, dia de Natal, Papa Pio XII publicou essa carta encíclica sobre música sacra. Logo na introdução, ele faz sentir a importância do documento de Pio X e, ao mesmo tempo, destaca a necessidade de atualizar e enriquecer as palavras daquele Motu Próprio. Com uma primeira parte, em que faz uma breve narrativa da presença da música desde o Antigo Testamento, as primeiras comunidades cristãs e o canto gregoriano, logo Pio XII aludi aos esforços da Igreja de conter e adequar os abusos e equívocos musicais cometidos em outras épocas. A segunda parte traz um avanço no pensamento da música sacra como expressão artística e experiência religiosa. Pio XII critica explicitamente o conceito de “arte pela arte”, ideia de que a arte não tem outras leis senão aquelas que procedem da sua própria natureza. Tão importante quanto a arte é o artista que a produz e suas motivações e vida: "(…) o artista sem fé, ou arredio de Deus com a sua alma e com a sua conduta, de maneira alguma deve ocupar-se de arte religiosa; realmente, não possui ele aquele olho interior que lhe permite perceber o que é requerido pela majestade de Deus e pelo seu culto. Nem se pode esperar que as suas obras, destituídas de inspiração religiosa – mesmo se revelam a perícia e uma certa habilidade exterior do autor -, possam inspirar aquela fé e aquela piedade que convêm à majestade da casa de Deus; e, portanto, nunca serão dignas de ser admitidas no templo da igreja, que é a guardiã e o árbitro da vida religiosa." ​

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Musicam Sacram

Musicam Sacram – A Sagrada Congregação para os Ritos e o Concílio Vaticano II sobre a música na sagrada Liturgia (1967) - Musicam Sacram é o título de uma instrução sobre a Música Sacra Católica Romana, emitida pela Sagrada Congregação para o Culto Divino, em 5 de março de 1967, em conjunto com o Concílio Vaticano II. A instrução trata da forma e natureza da música de adoração dentro da estrutura de Sacrosanctum Concilium.

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Sacrossanctum Concilium

Sacrossanctum Concilium – Vaticano II (1967) - Esse documento é inteiramente dedicado à liturgia católica, sendo o primeiro a ser emitido pelo concílio e recebendo quase a unanimidade dos votos dos padres conciliares. “Para muitas pessoas, a mensagem do Concílio Ecumênico Vaticano II foi compreendida, em primeiro lugar, mediante a reforma litúrgica”, afirma o Papa João Paulo II, no n. 12 da Carta Apostólica Vicesimus quintus annus. A Sacrosanctum Concilium manifesta, como norma geral, o desejo de “dar-se a maior atenção a esta plena e ativa participação de todo o povo” na sagrada liturgia, destacando para tanto, em primeiro lugar, a boa formação de professores de liturgia nos seminários, sacerdotes e fiéis. Em seguida, apresenta reformas a serem aplicadas em larga escala, de forma organizada e prudente. Apesar de afirmar que se “deve conservar o uso do latim nos ritos latinos, salvo o direito particular” , a língua vernácula passa a ser uma possibilidade e abre espaço para maior participação do povo: “Dado, porém, que não raramente o uso da língua vulgar pode revestir-se de grande utilidade para o povo, quer na administração dos sacramentos, quer em outras partes da Liturgia, poderá conceder-se à língua vernácula lugar mais amplo, especialmente nas leituras e admonições, em algumas orações e cantos, segundo as normas estabelecidas para cada caso nos capítulos seguintes.”

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LITURGIA E MÚSICA SACRA CARD. RATZINGER

LITURGIA E MÚSICA SACRA CARD. RATZINGER Conferência proferida na abertura do VIII Congresso de Música Sacra, em Roma, 17 Nov 1985. - "No final das minhas considerações desejo colocar uma palavra bonita de Mahatma Gandhi que encontrei, há pouco, num calendário. Gandhi aponta os três espaços vitais do Cosmos e mostra como cada um destes espaços vitais oferece um modo especial de existência. No mar vivem os peixes — e são mudos. Os animais na terra gritam; mas os pássaros, cujo espaço vital é o céu, cantam. Ao mar é próprio o silêncio, à terra o grito, ao céu o canto. O homem, porém, participa de todos três: tem em si a profundidade do mar, o peso da terra e a altitude do céu, e por isso lhe pertencem também todas as três qualidades: o silêncio, o grito e o canto. Hoje — desejo acrescentar — vemos que ao homem, privado de transcendência, só resta o grito, porque só deseja ser terra e tenta transformar também o céu e a profundidade do mar em terra sua. A verdadeira liturgia, a liturgia da comunhão dos santos, devolve-lhe o seu carácter total. Ensina-lhe novamente o silêncio e o canto, abrindo-lhe a profundidade do mar e ensinando-o a voar, como anjo; na elevação dos corações faz soar novamente nele aquele cântico que nele estava como que adormecido. Sim, até podemos dizer que a verdadeira liturgia se reconhece precisamente pelo facto de nos libertar do agir comum e de nos restituir a profundidade e a altura, o silêncio e o canto. A verdadeira liturgia reconhece-se no seu carácter cósmico, não grupal. Ela canta com os anjos. Ela guarda silêncio com a profundidade do universo em expectativa. E, assim, ela redime a terra."

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IGMR – Instrução Geral do Missal Romano

IGMR – Instrução Geral do Missal Romano - Instrução Geral sobre o Missal Romano (em latim: Institutio Generalis Missalis Romani). Diz respeito ao documento publicado pelo Papa com o objetivo de informar aos celebrantes (bispo, padre, diácono e, de um modo geral, todos os que se envolvem no desenvolvimento das Celebrações Eucarísticas) sobre como celebrar a Missa no rito latino. Diz o documento: “A natureza sacrifical da Missa, que o Concílio de Trento solenemente afirmou, em concordância com a universal tradição da Igreja, foi de novo proclamada pelo Concílio Vaticano II que proferiu sobre a Missa estas significativas palavras: “O nosso Salvador na última Ceia instituiu o sacrifício eucarístico do seu Corpo e Sangue para perpetuar o sacrifício da cruz através dos séculos até a sua volta, e para confiar à Igreja, sua esposa muito amada, o memorial de usa morte e ressurreição” ​

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Carta aos artistas – Papa João Paulo II

Carta aos artistas – Papa João Paulo II (1999) - Lançada às portas do novo milênio, em 4 de abril de 1999, este documento de João Paulo II se posiciona como o mais direto texto emitido sobre a arte, sua função social, seus impactos na história da humanidade e a vocação do artista no projeto de construção do Reino de Deus. Inicia-se de forma convocatória: “A todos aqueles que apaixonadamente procuram novas epifanias da beleza para oferecê-las ao mundo como criação artística.”

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Discurso do Papa Francisco aos participantes no Congresso Internacional de Música Sacra

Discurso do Papa Francisco aos participantes no Congresso Internacional de Música Sacra – Papa Francisco (2017) - Em março de 2017, Papa Francisco discursou para membros do Congresso Internacional organizado pelo Pontifício Conselho da Cultura e a Congregação para a Educação Católica em Roma. “Música e Igreja: culto e cultura, há 50 anos da Musicam sacram”. Segundo a Rádio Vaticana, o objetivo do congresso foi aprofundar, do ponto de vista interdisciplinar e ecumênico, a relação atual entre a música sacra e a cultura contemporânea; entre o repertório usado pela comunidade cristã e as atuais tendências musicais. Foi analisada ainda a formação estética e musical do clero e dos leigos engajados na vida pastoral. Nas palavras do Papa: “A participação ativa e consciente consiste em saber penetrar profundamente neste mistério, em saber contemplar, adorar e acolher; em sentir o seu significado, graças especialmente ao religioso silêncio e à ‘musicalidade da linguagem com que o Senhor nos fala’”. “A música sacra e o canto litúrgico devem ser plenamente inculturados nas linguagens artísticas e musicais da atualidade, encarnando e traduzindo a Palavra de Deus em cantos, sons e harmonias que façam vibrar o coração de nossos contemporâneos, criando um oportuno clima emotivo, que disponha à fé e suscite o acolhimento e a plena participação no mistério que se celebra”.

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Secretariado Nacional de Liturgia

Canto do Ordinário da Missa

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Secretariado Nacional de Liturgia

- Cópia de

Proposta de Cânticos para as Celebrações Dominicais

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Secretariado Nacional de Liturgia

- Cópia de - Cópia de

Cânticos para a Celebração do Matrimónio I

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Secretariado Nacional de Liturgia

- Cópia de - Cópia de - Cópia de

Cânticos para a Celebração do Matrimónio II

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Normas para os Concertos nas Igrejas da Diocese do Funchal

  •  23-10-2025 14:18

A Diocese do Funchal tem ORIENTAÇÕES PASTORAIS E CRITÉRIOS PARA A REALIZAÇÃO DE CONCERTOS NAS IGREJAS E CAPELAS. Pedimos aos organizadores dos concertos que tenham em conta os seguintes critérios:

Paróquia Santo Amaro

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Pe. Ignácio F- Rodrigues

Página pessoal das composições do Pe. Ignácio F. Rodrigues

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Diocesedo Funchal

Visitar a Página da DIocese do Funchal

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Sé do Funchal

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Vaticano

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Conferência Episcopal Portuguesa

Visitar a Página da COnferência Espiscopal Portuguesa

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Jornal da Madeira

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Professores
Só os Professores podem aceder ao respetivo conteúdo da Escola Diocesana de Música Sacra da Diocese do Funchal
10-11-2025

Diocese cria Escola Diocesana de Música Sacra

Diocese do Funchal cria Escola de Música Sacra para formar músicos ao serviço da liturgia

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10-11-2025

Formar músicos para o serviço litúrgico

A Escola Diocesana de Música Sacra tem por missão formar e capacitar músicos para o serviço litúrgico”, afirma o diretor, padre Ignácio Rodrigues, que há mais de treze anos se dedica ao ensino do órgão na Diocese do Funchal.

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10-11-2025

Escola de Música Sacra abre ciclo de workshops 2026 com formação em notação musical no Encore

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